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[FP] Beauregard, Pierre

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[FP] Beauregard, Pierre

Mensagem por Pierre J. Beauregard em Qua Ago 06 2014, 17:42







Pierre Joan Beauregard

Idade: 18 
Photoplayer: Ash Stymest
Casa: Corvinal (Concluído)
Nacionalidade: Francesa

Pesonalidade
Qualidades: Sou inteligente, bem humorado, sei me defender, por mais que não seja tão corajoso. Tenho bom gosto literário e pela música. Segundo o Logan, sou convencido, mas como ele não me diz se isso é uma qualidade ou defeito, eu vou colocar por aqui mesmo.
Defeitos: Muito teimoso e sarcástico, por vezes até covarde. Tenho dificuldades de aceitar as opiniões diferentes da minha. Sou muito preguiçoso e ainda mais lerdo.
Medos: Ficar solitário, perder meus livros, raios.  

História
Essa história pode ser um tanto triste, mas isso depende de seu ponto de vista. Eu tento levar as coisas no lado positivo, e todas as vezes que eu penso na minha história, acabo vendo que ela me levou a ser quem hoje eu sou, e eu gosto muito de quem eu sou. Enfim, vou parar de enrolar e ir direto ao ponto.

Minha mãe, Marceline, nunca conheceu seus pais. Acho que agora ela os conhece, mas isso vocês vão ler mais para o final dessa historinha. Ela não sabia se eles eram bruxos, trouxas ou qualquer coisa do tipo. Meu pai uma vez falou que minha avó materna devia ser uma Veela, vendo que minha mãe era linda como uma. Realmente, eu não duvido que ele esteja coreto. Ela foi criada em um orfanato bruxo no sul da França, e cursou Beauxbatons, ficado na casa Sage, mesma a qual eu seria enviado muitos anos no futuro. Marce era uma amante de música e sabia tocar diversos instrumentos diferentes. Piano, violão, lira, flauta, violino, trompete, contrabaixo e violoncelo. Também adorava ler, e é por culpa dela que hoje eu leio tanto assim. Sua coleção de livros era estupenda, com mais de 250 livros, e ela tinha lido cada um daqueles. Sempre fora meiga e doce, nunca me levantou uma mão e raramente alterava a voz. Parecia uma deusa ou uma ninfa. Quando ainda estudava, quebrara o pulso em uma aula de Herbologia - alguma espécie de ataque de uma planta ou coisa do tipo - e foi para a enfermaria, onde meu pai trabalhava como estagiário. Parece que foi lá onde eles se conheceram e começaram o namoro.

Joan, meu pai, já é muito diferente dela. Ele é inglês de nascença, mas sua descendência é toda francesa. Estudou em Hogwarts, Sonserina. Muito sério rígido e sem graça. Nunca consegui uma conversa decente com ele, por isso não sei muito sobre seus gostos, ambições e até mesmo seu passado. Que eu saiba, ele gosta de ler jornal e tomar seu café amargo e de trabalhar como medibruxo. Eu sei que ele amava minha mãe, e sei que foi a única coisa que ele realmente amou na vida. Talvez por isso ele me despreze tanto, por que eu lembro muito ela. As vezes eu mesmo me desprezo por isso (então eu lembro que eu me amo u.ú).

Nasci muito pouco depois destes se casarem, na grande e linda cidade de Marseille, onde tínhamos uma grande casa, que era escondida da sociedade trouxa. Eu era uma criança muito pequena, mas logo ganhei peso devido aos cuidados de minha mãe. Ela sempre cuidou de mim, me ensinou a andar, a comer sozinho, a usar o banheiro. Lia para mim antes de dormir todas as noites, tanto que, com apenas quatro anos de idade, eu já aprendi a ler e escrever em francês, e com seis em inglês. Desde então não paro de ler. Não éramos muito de sair de casa e poucas vezes aproveitávamos as maravilhosas praias que nossa cidade fornecia, preferíamos a nossa piscina de quintal. Eu era muito calmo e era raro que corresse e brincasse brincadeiras agitadas com outras crianças. Meus amigos, na maioria filhos de amigos dos meus pais, iam lá em casa para brincar de carrinho ou nadar na piscina, nada que desse muito trabalho à nossas mães e elfos domésticos.

O tempo mal pareceu passar por meus dedos. Com onze anos, entrei na escola de Beauxbatons, a pedido de Marceline. Lá, como já citei anteriormente, fiquei na casa Sage. Eu não gostava da escola, realmente. Tudo era muito delicado e bonitinho, não me reconhecia lá dentro. Mas de outro modo, foi lá que eu tive minhas primeiras amizades e também meus primeiros romances (Benjamine, por exemplo, foi um dos mais duradouros... infelizmente), e foi naquela época que eu descobri que não gostava apenas de meninas. Teve um tempo em que eu estava apaixonado por um menino da Noble, e eu não conseguia entender mais nada. Não me compreendia mais, nem mesmo meus pensamentos. Eu contava tudo a minha mãe por cartas, e ela me ajudava. Ela me incentivou a falar para ele o que eu sentia, e eu o fiz. No final das contas, eu fiquei com o menino, e dias depois fui substituído por uma outra menina, que eu nem me preocupei em conhecer. Acabei me esquecendo daquilo, mas entendi um pouco mais sobre mim: Eu sou diferente.

Então cheguei à parte triste da história que antes eu anunciei. Eram as férias de verão e eu estava indo para o terceiro ano. Minha mãe estava estranhamente feliz aquela manhã, muito mais do que qualquer outra manhã. Ela iluminava a casa com seu sorriso, e até meu pai permitiu que seus lábios fossem iluminados do mesmo modo. Ela não falava o que era, mas todos entendiam que algo novo estava acontecendo com ela, algo bom. Porém, por mais que eu estivesse feliz por minha mãe, eu tinha algum pressentimento ruim. Naquela tarde, minha mãe pediu que meu pai a levasse no hospital, e eu fui junto, por curiosidade e ansiedade. No caminho, ela comentou alguma coisa que me fez ligar os pontos e pular no banco de traz do carro. Ela provavelmente estaria grávida. Isso se o câncer tivesse deixado os medibruxos fazerem a ecografia. Depois daquele dia, só a vi sorrir uma única vez a mais, no dia em que ela me olhou nos olhos, segurou minha mão e me pediu que me mantivesse forte. Ela morreu envolta em meu abraço, cercada de minhas lágrimas. Depois de seu enterro, eu fui visita-la muitas vezes, até que quis me distanciar. Não apenas dela, de tudo que me lembrava dela. Da casa, da música, da escola, dos amigos e até mesmo do meu país de origem e sua linguagem. Foi uma das poucas vezes em que eu é meu pai concordamos nesse tempo. Ele conseguiu um emprego no St. Mungus e nós nos mudamos para a cidade de Yorkshire, onde ele nasceu e cresceu, e eu fui transferido para Hogwarts.

Entrei para a Corvinal, casa dos inteligentes, tal a qual a minha antiga casa em Beauxbatons, e me enquadrei extremamente bem nos padrões da escola, sem ter dificuldades em me enturmar. Principalmente, passei bastante tempo com meus colegas de casa... Um em especial. Logan, o menino com sotaque holandês, sempre chamou minha atenção, coisa que eu tentava disfarçar, por temer não ser aceito pelos outros colegas ou enfim. Temia confessar-me e acabar como a última vez. Por sorte, o loiro declarou-se para mim, o que fez com que ficássemos juntos até os dias atuais. Meus próximos anos na escola foram costumeiros, batalhando por notas boas e sempre passando de ano sem grandes dificuldades. Atualmente, sem ter me decidido ainda o que seguir de carreira profissional, saí da casa de meu pai e moro com Aloi em Londres, o que facilita seu trabalho no Ministério.

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Re: [FP] Beauregard, Pierre

Mensagem por Relíquias da Morte em Qua Set 03 2014, 20:35

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Re: [FP] Beauregard, Pierre

Mensagem por The Deathly Hallows em Qua Set 03 2014, 20:35

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Re: [FP] Beauregard, Pierre

Mensagem por Relíquias da Morte em Qua Set 03 2014, 20:37






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