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[FP] Van Klaus, Dimitrid

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[FP] Van Klaus, Dimitrid

Mensagem por Dimitrid Van Klaus em Qui Ago 07 2014, 01:32







Dimitrid Van Klaus

Idade:  31 anos
Photoplayer:  Michael Fassbender  
Casa: (campo preenchido por ADM)
Nacionalidade: Alemã  

Pesonalidade
Difícil me descrever. Sou um cara astuto, com desejos e ambições. Reservado, nunca mostro a minha verdadeira face para as pessoas. Quando preciso, sou bastante amável, um verdadeiro lorde, porém, quando mexem comigo, posso virar uma fera, o que não é nada bom para meus inimigos. Sou completamente apaixonado por minha família e como o líder da matilha, faço o possível para cuidar deles, sendo capaz até mesmo de matar por eles. Também sou considerado um intelectual, razão que é comprovada pela minha paixão pelos livros. Sou uma pessoa livre, odiando ficar trancando em lugares fechados por muito tempo. Tenho o habito de ficar sozinho, por isso, sempre posso ser visto junto a natureza. Por sempre estar de mau humor, evito ficar com as pessoas, preferindo as criaturas mágicas aos humanos. Detesto barulho, por isso, sempre busco ambientes calmos, onde possa escutar os meus próprios pensamentos. Por ser arrogante, geralmente me considero o melhor em tudo o que faço, o que afasta um pouco as pessoas de mim.  

História
Como resumir a minha história para vocês? Não é fácil, uma vez que ao longo dos anos, muita coisa aconteceu. Venho de uma família importante, os Van Klaus, onde por gerações ocupamos importantes cargos nos departamentos do Ministério da Magia. Meu pai, este era um verdadeiro lorde, um homem com a mais requintada educação e a minha mãe era uma grande dama da alta sociedade, portando-se sempre como o braço direito do meu pai. Temos sangue nobre, por isso, meu pai nada mais é que o Conde Fritz Van Klaus, casado com a Condessa Victory Van Klaus. Sou o único filho deles, por isso, os mesmos tinham muitas expectativas a minha família. Meu avô paterno, um homem de muita riqueza, por anos atuou no Ministério da Magia, sendo o chefe do departamento de Mistérios, cargo que depois foi passado para meu pai, o qual exerceu por longos anos, esperando que assim que me formasse, começasse a me preparar para tomar o seu lugar. Porém, embora tivesse capacidade para tal, jamais quis seguir os passos da minha família. Tinha outras ambições, outros desejos.

Embora, desde pequeno, tenha sido recluso, trancado em meu próprio mundo. Sempre quis seguir os passos do meu avô materno, o qual era professor de trato de criaturas mágicas em Hogwarts, cargo que exerceu por muitos anos. Com este eu avô, de origem inglesa, aprendi o gosto pelas criaturas, assim como também pelos livros. Passar as férias em sua casa era mágico, uma vez que com suas histórias me levava a mundos jamais vistos. De todo o lugar do mundo, era o único onde me sentia bem, onde não era dominado por minha arrogância, muito menos por minha ambição. Estava disposto a ocupar seu cargo e quem sabe, um dia tornar-se diretor de Hogwarts, mas sabia que para isto teria que estudar muito ao longo dos anos, por isso, sempre estava envolvido em pesquisas, viajando o mundo em busca de mais conhecimento. Louco? Talvez um pouco.

Mesmo sendo educado em Durmstrang, me recusei a ser mais um nas estáticas do lugar. Como um velho professor dizia, eu era um rebelde, mas com a minha própria causa. Era uma exceção dentre muitos. Aos dezoito anos, decidi que enfrentaria a minha família, ameaçando até mesmo abrir mão do meu título de Conde, o que certamente herdaria ao final da vida do meu pai. Porém, após muitas guerras e prêmios, não demorou para que vencesse o meu velho pai pelo cansaço. Estava livre para seguir o meu cainho, para buscar os meus sonhos, o qual estava em Hogwarts. Eu seria um professor.
 

Post

Cargo:Professor
Post:
O relógio já apontava quase oito horas da noite, a lua cheia brilhava intensamente no céu escuro, o qual não havia uma estrela se quer. A brisa gelada batia nas janelas do castelo Hogwarts, assoviando uma canção triste, um tanto que horripilante. Já estava atrasado para o meu compromisso, mas o que importava? Eu era o professor, embora o substituto. Sem falar que não gostava muito daquele meu compromisso, em cima da hora, mas como um professor exemplar, não poderia deixar os meus discentes sem aulas durante o tempo em que estávamos sem professor. Por alguma razão que desconheço, gostava do contato com os alunos.  Adorava ver o brilho da curiosidade em alguns daqueles rostos marotos.

Como não poderia ser diferente, escolhi o meu lugar favorito para ministrar aquela aula, o que deixava tudo ainda mais enigmático, tendo em vista que já se passava das oito horas da noite, horário incomum para aulas. Mas, tudo fazia parte dos meus planos, tudo teria um sentindo após o termino da aula. Não seria uma simples aula sobre criaturas mágicas, ou algo do tipo, mas teria uma lição ainda maior por trás disso tudo. Se eles entenderão? Confesso que não tenho está resposta, mas isso já não é comigo. Certas coisas dependem apenas deles.

Meu encontro naquela noite seria com os alunos do quarto ano em diante, o que deixava tudo ainda mais divertido. Alunos destas turmas, em sua maioria, já eram um tanto que mais maduros e isso me permitia certas liberdades em sala de aula. Enquanto seguia pelo corredor que levaria até o lugar da aula, um sorriso cínico e ao mesmo tempo sarcástico formava-se em meus lábios, estava de certo modo ansioso pelo início da aula. Estranho isso não? Mas o que posso fazer, minha mente e meu próprio “Eu” me confunde em alguns momentos, me deixa um tanto que contraditório.

Como eu havia pedido, os elfos-domésticos do castelo haviam preparado a sala para a aula. A luz era bem fraca, gerada por algumas velas flutuantes, dando um ar sombrio para o lugar. As paredes, feitas de pedras frias, lembravam a sela de uma prisão, ainda mais quando se notava as grandes fendas em algumas partes delas. Em alguns cantos, também poderíamos notar a presença de fungos, principalmente pelo forte cheiro de mofo que tomava o lugar e aquilo não agradou alguns dos discentes mais chatos. Ponto para mim, adorava quando eles ficavam insatisfeitos. As cadeiras, bem, estas não existiam, ou seja, eles ficariam sentados no chão gelado e aquilo era mais um presente meu para eles. Não queria vê-los confortável, na verdade, tudo aquilo fazia parte da aula. Queria deixá-los o mais desconfortável possível.

– Boa noite! – Falei quando finalmente fiquei frente á frente com os meus queridos alunos. Alguns pareciam surpresos ao me verem ali, afinal, quando emiti o aviso desta aula em nenhum momento disse que seria eu o responsável pela mesma. Na verdade, apenas Amber, a diretora de Hogwarts, saberia de tal surpresa e acredito que ela não diria nada a nenhum aluno, tendo em vista que era mais rígida do que eu. – Acho que não preciso me apresentar, sabem muito bem quem sou. – Tinha um tom frio em minha voz e meus olhos, buscavam encontrar cada rosto ali presente, embora não de uma forma amistosa. Sentei-me no baú que estava próximo do quadro negro e com um gesto com a varinha, fechei a porta, a trancando. – Hoje darei aula de Trato de Criaturas Mágicas para vocês e acredito que vamos nos divertir muito nesta noite... Pelo menos eu vou... – Novamente o sorriso sarcástico havia se formado em meus lábios e meus dedos percorreram por meus cabelos loiros, dando um tanto de charme para a cena. Claro que meus alunos não acreditam muito em minhas palavras, para ser sincero, percebia em alguns olhares o medo deles. Mas, aquilo é outra história. Já havia perdido tempo demais.

– Na aula de hoje falaremos um pouco sobre o bicho-papão. Alguém sabe me descrever o bicho-papão? – Agora eu andava em meio aos alunos, os quais já haviam se acomodado no chão mesmo, o que gerou bastantes reclamações, embora, não fossem corajosos o bastante para me dizerem. – Muito bem. Cinco pontos para sua Sonserina... – Falei para o discente que teve coragem o bastante para levantar-se e arriscar uma resposta. – Bicho-papão é para muitos, uma das criaturas mais assustadoras do mundo mágico. Mas, na minha humilde opinião, acho um verdadeiro exagero. São criaturas banais, facilmente derrotados por um bruxo com o mínimo de habilidade que se exige em nossa comunidade. A única vantagem que possuem, é o fato de serem transformistas. – Estava novamente apoiado no baú que estava próximo ao quadro negro, o que gerava muita curiosidade entre os presentes, embora, alguns já tivessem matado a charada e soubesse o que realmente eu guardava ali dentro. – Sabem me dizer onde estas criaturas habitam? Os lugares que eles preferem viver? – Perguntei novamente, abrindo um sorriso de satisfação quando novamente acertaram a minha pergunta. – Gosto quando participam. Continuem assim e nos daremos muito bem... – Comentei, brincando com os cabelos de um aluno que estava próximo a mim.

– Como já foi dito, o bicho-papão assume a forma do maior medo do bruxo que o enfrenta. Ou seja, busca a sua maior fraqueza a qual está dentro da sua cabeça, em sua alma. Costumo dizer que tais criaturas buscam encontrar os fantasmas da nossa alma, buscando assim igualar o jogo, uma vez que não possuem poderes suficientes para encarar um bruxo, mesmo que esse não seja tão habilidoso. – Movimentei minha varinha outra vez e quebrei as correntes que “aprisionavam” o baú, o qual rapidamente começou a mover-se, como se alguém estivesse tentando abrir a tampa que o fechava, o que apenas aconteceria no momento em que eu decidisse. [b] – Para vencer o bicho-papão, primeiro vocês devem livrar-se do seu maior medo. Tem que superar os fantasmas da sua alma. Façam o seu medo virar uma grande piada, esse é o segredo. Dentro deste baú temos um bicho-papão e caberá a vocês derrotá-los.  Forme uma fila para começarmos a atividade. – Caminhei em direção ao baú, parando ao seu lado, voltando a encarar a sala que se agitava, preparando-se para a atividade que logo se iniciaria. – Quando o bicho-papão assumir a forma do seu maior medo, mantenha-se calmos. Respirem fundo e pensem em coisas alegres, engraçadas. Pensem em coisas que o façam rir. Sejam criativos. Quando a ideia engraçada estiver formada em suas cabeças, segure sua varinha com firmeza e de forma alta e clara diga Riddikulus. Este feitiço transformará o nosso amigo aqui em uma verdadeira e ridícula piada. – Um sorriso brotou em meus lábios e eu parecia satisfeito com a forma que as coisas eram conduzidas. Agora, precisava saber como é que meus alunos reagiriam diante de um bicho-papão de verdade. – Quem vai ser o primeiro? – Perguntei, encarando a sala de forma maliciosa, fazendo um afago no primeiro candidato. – Não tenha pressa... Quando estiver pronto acene com a cabeça e eu abro o baú... Ok? – O momento havia chegado e a diversão começaria...

Spoiler:
A aula é completamente interativa, ou seja, usem a criatividade e me surpreendam. A tarefa é simples, como no terceiro filme, o bicho-papão vai assumir a forma do maior medo dos personagens de vocês. Digam-me como o venceram.

Bônus de 5 pontos para os dois primeiros alunos que responderem as perguntas. Lembrando, que um aluno apenas pode responder uma.
Bônus de 10 pontos para o melhor post.
Prazo: 1/Maio á 30/Maio

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Re: [FP] Van Klaus, Dimitrid

Mensagem por A Penseira em Dom Set 21 2014, 17:30

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Re: [FP] Van Klaus, Dimitrid

Mensagem por The Deathly Hallows em Dom Set 21 2014, 17:30

O membro 'A Penseira' realizou a seguinte ação: Lançar dados

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Re: [FP] Van Klaus, Dimitrid

Mensagem por A Penseira em Dom Set 21 2014, 17:40






Lista de Feitiços



Reverto - Destrói qualquer feitiço de proteção, desintegrando completamente a barreira protetora. Salvo as exceções relatadas nas regras.
CÓDIGO: 5
 
Morsmordre - Conjura a marca negra na direção onde a varinha estiver sendo apontada.
CÓDIGO: 8
 
Repello Inimigotum - Cria uma barreira invisível ao redor do local que é utilizada para desintegrar qualquer intruso que entre em contato com o feitiço.
CÓDIGO: 10
 

Thank's for @Lovatic, Cupcake Graphics

 

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Re: [FP] Van Klaus, Dimitrid

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